Perguntas frequentes
Fumo ou tenho diabetes. Posso fazer implante?
Nenhum dos dois é impedimento automático, mas os dois mudam o planejamento. O cigarro reduz a circulação na gengiva e atrapalha a integração do implante ao osso, aumentando o risco de falha — quanto mais se reduz no período da cicatrização, melhor o resultado. Diabetes controlada não impede; descompensada precisa ser ajustada antes da cirurgia. Anticoagulantes e medicamentos para osteoporose também exigem cuidado específico. Informe tudo o que você usa na avaliação: é isso que permite planejar com segurança.
O implante dura para sempre?
Com higiene e acompanhamento, a maioria passa dos 15 a 20 anos e muitos duram a vida inteira. O que faz um implante falhar depois de integrado quase sempre é a peri-implantite — uma inflamação causada pelo acúmulo de placa ao redor dele, igual à doença periodontal nos dentes naturais. Implante não tem cárie, mas precisa de escovação, fio e revisões como qualquer dente.
O SUS faz implante dentário?
Alguns Centros de Especialidades Odontológicas oferecem, em casos específicos e com critérios próprios, normalmente com fila de espera. Vale se informar na unidade de saúde da sua cidade. Se a espera não couber no seu caso, a avaliação aqui mostra exatamente o que você precisa, e o tratamento pode ser parcelado direto na clínica.
Tenho mais de 60 anos, ainda posso colocar implante?
Pode. Idade por si só não impede — o que pesa é a saúde geral e a quantidade de osso disponível, não o número de anos. Pacientes na casa dos 70 e 80 fazem implante com bons resultados todos os dias. O que a avaliação verifica é o osso no local, se há doenças crônicas controladas e quais medicamentos você usa. Alguns remédios comuns nessa faixa de idade, como os para osteoporose, mudam o planejamento e precisam ser informados.
Perdi o dente há muitos anos. Ainda tenho osso para implantar?
Talvez, e isso só o raio-x responde. O osso encolhe quando fica sem a raiz do dente para estimulá-lo, e quanto mais tempo passa, mais ele reabsorve. Mas pouco osso raramente é um "não": muitas vezes dá para usar um implante mais curto, mudar a angulação ou fazer um enxerto antes. Como o raio-x é feito na própria clínica, você descobre isso na mesma consulta da avaliação.
Uso dentadura há anos. Dá para trocar por implante?
Sim, e é uma das indicações mais comuns. Há dois caminhos: a prótese fixa sobre implantes, presa por alguns implantes e que não sai da boca, e a overdenture, que encaixa e destrava sobre implantes para higienizar. Anos de dentadura costumam significar osso reduzido, então a avaliação com raio-x é o que define qual das duas o seu caso comporta.
O implante dentário pode ser parcelado?
Sim, o implante pode ser parcelado direto na clínica, sem consulta ao SPC/Serasa.
Implante ou prótese fixa: qual é melhor?
Depende de quantos dentes faltam, de quanto osso você tem e do que cabe no seu orçamento. O implante substitui a raiz, não exige desgastar os dentes vizinhos e preserva o osso no local — mas leva mais meses e custa mais. A ponte fixa é mais rápida, porém precisa desgastar os dois dentes ao lado para se apoiar neles. A prótese removível é a opção mais acessível e a mais simples de ajustar. Não existe resposta única: a avaliação apresenta as opções viáveis no seu caso, com o que cada uma implica.
Dá para sair com o dente no mesmo dia?
Em casos selecionados sim — é a chamada carga imediata, quando o implante trava firme no osso já na cirurgia e permite instalar um dente provisório na hora. O definitivo vem depois, quando o osso terminou de integrar ao implante. Nem todo caso permite: depende da qualidade do osso e da estabilidade que o implante alcança no momento da instalação. Quem promete isso para qualquer paciente, sem avaliar, está prometendo o que não pode garantir.
Existe implante sem parafuso?
O que costuma ser chamado assim é a prótese cimentada — aquela em que o dente é colado ao pilar e não fica o furinho do parafuso aparecendo. O implante em si, a peça que substitui a raiz, é sempre instalado dentro do osso por meio de uma cirurgia. Não existe implante sem cirurgia, e vale desconfiar de quem anuncia isso.
Colocar implante dói?
Durante a cirurgia não: a anestesia local bloqueia a dor, e o que se sente é pressão. O pós-operatório da maioria dos implantes simples é mais tranquilo que o de uma extração — geralmente dois dias de desconforto controlado com a medicação prescrita. Casos com enxerto ósseo costumam inchar mais.
Quanto custa um implante dentário?
O valor muda muito de caso para caso e por isso não é possível informar por telefone ou pelo site. Pesam quantos dentes serão repostos, se há necessidade de enxerto ósseo antes, e que tipo de prótese vai sobre o implante. Na avaliação, com o raio-x feito aqui mesmo, você recebe o plano de tratamento fechado — e o pagamento pode ser parcelado direto na clínica, com crediário próprio.
Quanto tempo dura o tratamento de implante?
Da instalação à finalização, o tratamento completo costuma levar de 3 a 6 meses, para o osso integrar ao implante com segurança.
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